domingo, 27 de março de 2011
Pregador fala sobre arrependimento para perdão dos pecados
O Pregador da Igreja do Evangelho Quadrangular de Pimenta Bueno, Marcelo Stocco, durante pregação realizada em culto ao ar livre no Bairro Jardim das Oliveiras na noite de ontem (26), falou sobre o arrependimento e a oração para que os nossos pecados sejam perdoados pelo Senhor Deus.
Com a Palavra em 2º Crônicas, capítulo 7, versículo 14, onde se lê: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu o verei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, Marcelo Stocco disse que depende de cada um de nós tomarmos uma atitude para que os nossos pecados sejam perdoados diante do Senhor.
Tomado pelo Poder do Espírito Santo de Deus, o pregador afirmou que Deus tem uma solução para os nossos problemas. Ele afirmou que Deus “tem jeito” para tirar os filhos das drogas, que pode libertar das prisões dos vícios. “Deus te chama para um Caminho limpo; para um Caminho na presença d”Ele”, disse o Pregador.
Assista ao Vídeo abaixo com a íntegra desta pregação:
Com a Palavra em 2º Crônicas, capítulo 7, versículo 14, onde se lê: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu o verei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, Marcelo Stocco disse que depende de cada um de nós tomarmos uma atitude para que os nossos pecados sejam perdoados diante do Senhor.
Tomado pelo Poder do Espírito Santo de Deus, o pregador afirmou que Deus tem uma solução para os nossos problemas. Ele afirmou que Deus “tem jeito” para tirar os filhos das drogas, que pode libertar das prisões dos vícios. “Deus te chama para um Caminho limpo; para um Caminho na presença d”Ele”, disse o Pregador.
Assista ao Vídeo abaixo com a íntegra desta pregação:
terça-feira, 22 de março de 2011
Apóstola Rosângela Mazali fala sobre “proteção ao fruto”
A apóstola Rosângela Mazali da Igreja Betel Apostólica das Nações – IBAN em Pimenta Bueno, durante pregação no culto do Fruto Fiel realizado na noite do último domingo (20), celebração realizada mensalmente para apresentação e atos proféticos sobre os discípulos, falou sobre a “proteção ao fruto” com base na Palavra no Livro de João, Capítulo 15 e Versículo 12 a seguir.
Segundo ela, os frutos, que são os discípulos, têm que ser consolidados dentro da igreja, não apenas como forma de meramente comparecer aos cultos, mas como forma absoluta de atender ao chamado do Pai. “Ninguém vem à igreja por vontade própria; viemos à igreja porque Deus nos chamou primeiro”, pregou a Apóstola.
Rosângela Mazali conclamou suas lideranças a realizarem um trabalho de consolidação mais íntimo junto aos seus discípulos, mas também conclamou os discípulos a estarem mais próximo de suas lideranças. Ela disse que algumas lideranças estão impossibilitadas de realizarem visitações, e que este é um sinal positivo do quanto a denominação cresceu nos últimos anos.
“Você, discípulo, não fique apenas esperando pela sua liderança. Seja você também um líder e vá procurar o seu pastor. Não fique apenas esperando. Seja um líder também e auxilie a sua liderança nessa caminhada”, incentivou a pregadora.
Assista ao Vídeo abaixo com os tópicos principais da pregação:
Segundo ela, os frutos, que são os discípulos, têm que ser consolidados dentro da igreja, não apenas como forma de meramente comparecer aos cultos, mas como forma absoluta de atender ao chamado do Pai. “Ninguém vem à igreja por vontade própria; viemos à igreja porque Deus nos chamou primeiro”, pregou a Apóstola.
Rosângela Mazali conclamou suas lideranças a realizarem um trabalho de consolidação mais íntimo junto aos seus discípulos, mas também conclamou os discípulos a estarem mais próximo de suas lideranças. Ela disse que algumas lideranças estão impossibilitadas de realizarem visitações, e que este é um sinal positivo do quanto a denominação cresceu nos últimos anos.
“Você, discípulo, não fique apenas esperando pela sua liderança. Seja você também um líder e vá procurar o seu pastor. Não fique apenas esperando. Seja um líder também e auxilie a sua liderança nessa caminhada”, incentivou a pregadora.
Assista ao Vídeo abaixo com os tópicos principais da pregação:
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O que fazer diante da traição de um amigo nos dias de hoje?
O que fazer diante da traição de um amigo nos dias de hoje? A traição mais famosa de que se tem notícia, foi a de Judas entregando Jesus ao exército romano. A traição foi sacramentada por um beijo no rosto (E Jesus lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do homem? Lucas 22:48), o gesto mais fraterno que pode (até hoje), existir entre dois homens.
As mulheres traem seus maridos, e eles as perdoam, ou simplesmente as deixam, mesmo levando em consideração aqueles que as espancam ou as matam. Mas o que fazer diante da traição de uma pessoa de quem se pensou ao longo dos anos ser um amigo fiel nos dias de hoje?
Judas era amigo fiel de Jesus e foi tomado por um desejo do inferno de O trair (Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. Lucas 22:3). O “amigo” Judas conhecia Jesus e seus costumes, por isso ficou mais fácil traí-lo (E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos. João 18:2). O “amigo” de Jesus, antes de traí-lo com um beijo, O saudou com amizade (E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. Mateus 26:49).
O que fazer diante da traição de um amigo nos dias de hoje?
A traição do amigo é tão asseverada por Deus que na Bíblia não se relata o “lugar” para onde foi Judas. Sabemos que as pessoas que morrem, segundo a Bíblia Sagrada, ou esperam o seu dia para ressuscitar, ou são tomadas pelo próprio Deus para Si. Mas Judas que traiu Jesus, onde está? (Para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar. Atos 1:25).
Os “amigos” dos dias de hoje traem sem propósito. Geralmente têm um orgulho do inferno dentro de si que os domina. Por mais que tentem, eles não conseguem ser uma vírgula maiores que esse orgulho vindo do inferno. Eles nada sabem sobre humildade, e na primeira oportunidade nos apunhalam, tornando-se nossos maiores algozes, aqueles que, se não estivermos consolidados e firmados na Rocha, que é Jesus, nos fazem manda-los antes de nós mesmos para o inferno.
Em Jesus me conforto e aguardo o dia do conserto. A Bíblia Sagrada, livro em que pauto minha vida inteira, diz que tenho que perdoar o meu amigo traidor, por mais que sua traição tenha atingido o mais íntimo da minha alma; o mais íntimo do meu amor; o mais íntimo de todo o meu ser (Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. Mateus 18:22), e isto tudo em um único dia.
Esta mesma Bíblia Sagrada que para mim é a voz de Deus falando aos meus ouvidos, diz que tenho que amar e orar pelos meus inimigos (Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Mateus 5:44), caso contrário, como se vê, não posso dizer que sou “filho de Deus”.
Outra passagem diz que além de ser feito filho de Deus por amar e orar pelos meus inimigos (ora, não seriam meus inimigos aqueles que com tamanha dor me traem?), terei grande galardão por ama-los (Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Lucas 6:35). E como o que espero não está neste mundo, assim tenho que faze-lo.
Assim seja, em nome de Jesus! (Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:14)
As mulheres traem seus maridos, e eles as perdoam, ou simplesmente as deixam, mesmo levando em consideração aqueles que as espancam ou as matam. Mas o que fazer diante da traição de uma pessoa de quem se pensou ao longo dos anos ser um amigo fiel nos dias de hoje?
Judas era amigo fiel de Jesus e foi tomado por um desejo do inferno de O trair (Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. Lucas 22:3). O “amigo” Judas conhecia Jesus e seus costumes, por isso ficou mais fácil traí-lo (E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos. João 18:2). O “amigo” de Jesus, antes de traí-lo com um beijo, O saudou com amizade (E logo, aproximando-se de Jesus, disse: Eu te saúdo, Rabi; e beijou-o. Mateus 26:49).
O que fazer diante da traição de um amigo nos dias de hoje?
A traição do amigo é tão asseverada por Deus que na Bíblia não se relata o “lugar” para onde foi Judas. Sabemos que as pessoas que morrem, segundo a Bíblia Sagrada, ou esperam o seu dia para ressuscitar, ou são tomadas pelo próprio Deus para Si. Mas Judas que traiu Jesus, onde está? (Para que tome parte neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou, para ir para o seu próprio lugar. Atos 1:25).
Os “amigos” dos dias de hoje traem sem propósito. Geralmente têm um orgulho do inferno dentro de si que os domina. Por mais que tentem, eles não conseguem ser uma vírgula maiores que esse orgulho vindo do inferno. Eles nada sabem sobre humildade, e na primeira oportunidade nos apunhalam, tornando-se nossos maiores algozes, aqueles que, se não estivermos consolidados e firmados na Rocha, que é Jesus, nos fazem manda-los antes de nós mesmos para o inferno.
Em Jesus me conforto e aguardo o dia do conserto. A Bíblia Sagrada, livro em que pauto minha vida inteira, diz que tenho que perdoar o meu amigo traidor, por mais que sua traição tenha atingido o mais íntimo da minha alma; o mais íntimo do meu amor; o mais íntimo de todo o meu ser (Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. Mateus 18:22), e isto tudo em um único dia.
Esta mesma Bíblia Sagrada que para mim é a voz de Deus falando aos meus ouvidos, diz que tenho que amar e orar pelos meus inimigos (Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Mateus 5:44), caso contrário, como se vê, não posso dizer que sou “filho de Deus”.
Outra passagem diz que além de ser feito filho de Deus por amar e orar pelos meus inimigos (ora, não seriam meus inimigos aqueles que com tamanha dor me traem?), terei grande galardão por ama-los (Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Lucas 6:35). E como o que espero não está neste mundo, assim tenho que faze-lo.
Assim seja, em nome de Jesus! (Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:14)
domingo, 19 de setembro de 2010
O pastor deve ensinar o caminho da misericórdia
Adalberto Alves* - A palavra "Betesda" significa, em hebraico, casa de misericórdia. Naquela época aconteciam muitos milagres em Betesda, muitas pessoas iam para lá na esperança de receberem a cura, deitado pelo chão, ficavam esperando o milagre (Jo 5.1-9). Ali tinha uma grande multidão de enfermos, cegos e mancos, esperando os movimentos das águas. Segundo o texto bíblico em tempos descia um anjo e agitava a água do tanque e quem entrasse no tanque ficava curado, mas ali tinha um homem que há 38 anos, estava enfermo, como não tinha ninguém para ajudar a entrar no tanque perdia a sua vez, pois outro entrava na sua frente. O contexto da época era de uma sociedade muito individualista e Jesus o Pastor os pastores dá uma demonstração de misericórdia e devolve a vida e a saúde ao homem que depois dá testemunho de que Jesus é o Filho de Deus.
Betesda só tinha o nome de casa de misericórdia, na prática o que acontecia era angústia e decepção para os doentes que eram desprezados pelo sistema, muitas pessoas iam para lá na expectativa de receberem a tão sonhada cura, mas ficavam deitados ou jogados pelo chão na espera de um milagre. E a igreja do século XXI está fazendo o mesmo que Betesda fazia? A proposta bíblica diz que a igreja é o lugar do exercício de cura da misericórdia e clínica da alma. Como em Betesda, a igreja acolhe centenas de pessoas enfermas no corpo e na alma. Ficam anos participando, indo e vindo, mas ficam como aquele homem paralítico, nunca são curadas. Isto ocorre sem dúvida pela insensibilidade e pela proposta individualista e egocêntrica que se instalou entre os pastores tornou-se parte integrante de nossa teologia.
Esse tipo de teologia é bem individualista e castra o evangelho, isto é, volta-se para as pessoas individualmente e propõe soluções isoladas para elas. A teologia pregada por esses pastores "líderes" se manifesta na prática das orações, com expressões do tipo: "meu Deus", "meu grande Deus", "meu Senhor?"; Nas petições: "dá-me um carro novo", "cura minha enfermidade", "salva minha vida", "cura minha família", "abençoa meus planos", "abençoa meus negócios", este tipo de atitude se revela nos cânticos e hinos que também são bem semelhante ás orações.
Tudo isto desemboca numa prática de vida de insensibilidade para com as pessoas e os problemas que as cercam. Em Betesda as pessoas tinham de cuidar de seus problemas, e isto impedia que os mutilados e identificados na miséria, pudessem receber a ajuda de alguém e ninguém se importava com o sofrimento dos outros. Fato comum entre os cristãos. Poucos se preocupam com as mutilações físicas e emocionais que estão ao redor. As pessoas estão envolvidas com suas próprias doenças, não enxergam a enfermidade de quem está ao lado, ocupando o mesmo espaço, sentado domingo a domingo no mesmo banco, levantam as mãos para o alto, mas não são sensíveis em estender as mãos para os que estão ao lado. Isto faz das igrejas uma verdadeira "Betesda" de nome bonito, esplendido. "casa d e misericórdia" a sua essência é só o nome, o outdoor, a placa. A igreja hoje faz o mesmo, é a casa da misericórdia que não pratica a misericórdia. A igreja não quer aprender a misericórdia, isto faz dela um verdadeiro depósito de enfermos, onde ninguém é atendido, suprido, aliviado, curado. Os enfermos ficam na igreja como se estivessem apenas esperando a morte chegar.
Diante do mundo moderno, os pastores devem propor para a igreja, o exercício da fé, misericórdia para com "paralíticos" dar vida aos pobres, marginais, famintos, prostitutas, homossexuais, aidéticos, mendigos, deprimidos, oprimidos e contra todos que de alguma forma, tornaram-se vitimas do pecado e da sociedade cruel. Há gente que precisa de abraço, carinho, amor. Finalmente a igreja, precisa tomar consciência de que ao exercer misericórdia, catalisa resistências, às vezes no próprio ambiente religioso em que está, afinal, ser misericordioso é denunciar a dureza de cora ção que existe nela própria. Que Deus na sua infinita misericórdia continue nos abençoando. Amém!
*Adalberto Alves de Souza, Teólogo Graduado Pela Universidade Metodista do Estado de São Paulo – SP e Acadêmico de Filosofia (Licenciatura Plena) último período, Pelo Centro Universitário Claretiano de Porto Velho – Rondônia.
Betesda só tinha o nome de casa de misericórdia, na prática o que acontecia era angústia e decepção para os doentes que eram desprezados pelo sistema, muitas pessoas iam para lá na expectativa de receberem a tão sonhada cura, mas ficavam deitados ou jogados pelo chão na espera de um milagre. E a igreja do século XXI está fazendo o mesmo que Betesda fazia? A proposta bíblica diz que a igreja é o lugar do exercício de cura da misericórdia e clínica da alma. Como em Betesda, a igreja acolhe centenas de pessoas enfermas no corpo e na alma. Ficam anos participando, indo e vindo, mas ficam como aquele homem paralítico, nunca são curadas. Isto ocorre sem dúvida pela insensibilidade e pela proposta individualista e egocêntrica que se instalou entre os pastores tornou-se parte integrante de nossa teologia.
Esse tipo de teologia é bem individualista e castra o evangelho, isto é, volta-se para as pessoas individualmente e propõe soluções isoladas para elas. A teologia pregada por esses pastores "líderes" se manifesta na prática das orações, com expressões do tipo: "meu Deus", "meu grande Deus", "meu Senhor?"; Nas petições: "dá-me um carro novo", "cura minha enfermidade", "salva minha vida", "cura minha família", "abençoa meus planos", "abençoa meus negócios", este tipo de atitude se revela nos cânticos e hinos que também são bem semelhante ás orações.
Tudo isto desemboca numa prática de vida de insensibilidade para com as pessoas e os problemas que as cercam. Em Betesda as pessoas tinham de cuidar de seus problemas, e isto impedia que os mutilados e identificados na miséria, pudessem receber a ajuda de alguém e ninguém se importava com o sofrimento dos outros. Fato comum entre os cristãos. Poucos se preocupam com as mutilações físicas e emocionais que estão ao redor. As pessoas estão envolvidas com suas próprias doenças, não enxergam a enfermidade de quem está ao lado, ocupando o mesmo espaço, sentado domingo a domingo no mesmo banco, levantam as mãos para o alto, mas não são sensíveis em estender as mãos para os que estão ao lado. Isto faz das igrejas uma verdadeira "Betesda" de nome bonito, esplendido. "casa d e misericórdia" a sua essência é só o nome, o outdoor, a placa. A igreja hoje faz o mesmo, é a casa da misericórdia que não pratica a misericórdia. A igreja não quer aprender a misericórdia, isto faz dela um verdadeiro depósito de enfermos, onde ninguém é atendido, suprido, aliviado, curado. Os enfermos ficam na igreja como se estivessem apenas esperando a morte chegar.
Diante do mundo moderno, os pastores devem propor para a igreja, o exercício da fé, misericórdia para com "paralíticos" dar vida aos pobres, marginais, famintos, prostitutas, homossexuais, aidéticos, mendigos, deprimidos, oprimidos e contra todos que de alguma forma, tornaram-se vitimas do pecado e da sociedade cruel. Há gente que precisa de abraço, carinho, amor. Finalmente a igreja, precisa tomar consciência de que ao exercer misericórdia, catalisa resistências, às vezes no próprio ambiente religioso em que está, afinal, ser misericordioso é denunciar a dureza de cora ção que existe nela própria. Que Deus na sua infinita misericórdia continue nos abençoando. Amém!
*Adalberto Alves de Souza, Teólogo Graduado Pela Universidade Metodista do Estado de São Paulo – SP e Acadêmico de Filosofia (Licenciatura Plena) último período, Pelo Centro Universitário Claretiano de Porto Velho – Rondônia.
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